quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vale Encantado

Para variar, segue umas fotinhos de um pedal trilha e fora de São Paulo, foi na Fazenda Vale Encantado, por enquanto só estas fotinhos, logo mais detalhes e mais fotos deste pedal radical.

Abs















terça-feira, 6 de outubro de 2009

APA CAPIVARI MONOS

APA CAPIVARI MONOS

Sabe o que é uma APA? É uma Área de Preservação Ambiental e tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Porém, diferente de outras unidades de conservação, numa APA a propriedade das terras pode ser tanto pública quanto privada.
Esta aqui, a Capivari Monos, fica no extremo sul da capital paulista e é de grande importância para a manutenção da qualidade de vida dos paulistanos, pois uma grande parte dos mananciais, da água que abastece Sampa, vem daqui, por isso o nome, que vem dos rios Capivari e seu principal afluente o Monos, últimos rios limpos do municipio, além de ser um pulmão verde, limpando um pouco o ar da cidade.

A APA tem seis finalidades básicas, abaixo descritas:
1. Proteger a biodiversidade
2. Proteger os recursos hídricos e os remanescentes da Mata Atlântica
3. Proteger o patrimônio arqueológico e cultural
4. Promover a melhoria da qualidade de vida das populações
5. Manter o caráter rural da região
6. Evitar o avanço da ocupação urbana na área protegida

Por isso tudo, este lugar quase desconhecido dos moradores da cidade, é um excelente local para conhecer e principalmente pedalar!!! Para ter uma ideia do tamanho desta APA, ela simplesmente ocupa 1/6 da área de Sampa.

Surpresa: após encontrar os bikers no centro de Parelheiros, no caminho para a APA tem uma ciclo via!!! Estes totens demarcam todos os limites da APA, além demarcar os pontos importantes dela e restrições de uso. Em mais um rolê combinado via internet com os E-Bikers, volto ao extremo sul de Sampa, em outro passeio de reconhecimento das possibilidades de minha/nossa cidade, passeio este que faz parte de uma série exploratória desta região, que começou com o do Curucutu . A região é muito rica em caminhos, vegetação, rios e lagos, além de ter tribos indígenas, cachoeiras, linha de trem, tem até uma cratera , a cratera da Colônia, que é a principal atração do patrimônio geológico da cidade e foi criada com um impacto de um meteroro de estimados 200 m de diâmetro há aproximadamente 20 milhões de anos, formando a cratera de 3,6 km de diâmetro!!! Já fiz este passeio passando pela cratera e logo mais vou postar... Este pedal ou passeio é bem rural com visual muito agradável, pontuado com muito verde, propriedades bem cuidadas e vários lagos, rios e riachos. Passamos por vários bairros da região, como o bonito bairro Gramado, onde os bikers posaram para a tradiconal foto. Neste pedal, me acompanharam participantes dos E-Bikers e dos Babikers, que são grupos da Zona Sul e interligados por participantes em comum, são eles da esquerda para a direita: Gerson, Bruna, Cleber, João, a bike do Cupertino, nosso guia que estava batendo a foto e eu. Viram na fotos dos bikers, que tinha um barrinho, mas a minha bike acima, foi feita para isso, aqui numa das poucas fotos dela com pneus de cravo, próprios para trilha. Pedal rural..Trenzinho... sempre que pedalo por estes lados cruzo com trens e sempre para para olhar hipnotizado, será que é porque lembra a infância? Toda a APA é muito bem sinalizada, este totem por exemplo, explica que este local é a Represa Capivari e que aqui as águas do Rio Capivari, são bombeadas para o reservatório Guarapiranga, que abastece os habitantes de São Paulo. Ponte Seca
Na volta, tive um pneu, rasgado, isso mesmo, rasgou o meu pneu de trilha, também este pneu era original da bike e guardava ele só para trilhas, tinha aproximadamente uns 13 anos...rsss, mas prevendo que isso poderia ocorrer, eu estava previnido e levava um pneu na mochila. ;)

Saiba mais e fontes de pesquisa: http://www.apacapivari.cnpm.embrapa.br/ http://www.capivarimonos.org.br/ portal.prefeitura.sp.gov.br/.../apa_capivari_monos/0001

tchau

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

SAMPA - Itanhaém 22/08/09

São Paulo - Itanhaém , a viagem do desencontro

Rodovia dos Imigrantes
O que era para ser uma "simples pedalada" até Itanhaém, se tornou uma aventura.
Mas na verdade nenhuma cicloviagem até Itanhaém é uma simples pedalada, só que não é a primeira vez que iria fazer e estava tudo combinado com um grupo de ciclistas que conheci na internet, tinha tudo para dar certo, com segurança e logística completas.
O convite veio via Orkut e a partir dele fui acertando os detalhes com o grupo Aces High Bikers
www.aceshighbikers.com.br o combinado era de nos encontrar na estação Santa Cruz do metrô até as 6:00h da madrugada, fiquei sabendo o trajeto e planejei encontra-los no caminho.
4:30h da manhã já estou acordado (sempre que vou fazer um pedal diferente não consigo dormir direito) e me preparando, alimentação, rehidratante, água, carbo-gel, lanche, fruta, barrinhas, $$$, equipamentos, pequena troca de roupas, celular, máquina fotográfica... tudo em cima, 5:30h hora de sair para pedalar, o primeiro relógio marca 10 graus.... BRRRRR!!!!!!
6:00h chego no trajeto combinado e vou voltando ao ponto de partida, deveria cruzar com eles no caminho, mas nada.
6:15h acabo chegando na estação Santa Cruz, lá eu procuro um grupo de ciclistas mas nada novamente, circulo pelo local, pergunto aos motoristas de taxi, nada, para o rapaz da banquinha, nada, finalmente pergunto para umas moças que vendem cafezinho na calçada, que sim, viram um grupo com uns ciclistas que estavam aqui agora mesmo, sumiram!!!
Não acreditei os caras já partiram, devem ter pensado que tinha desistido por causa do frio, já estavam acostumados com a desistência de novatos que marcam via internet, fiquei só e P da vida, porque se já partiram, não fizeram o caminho combinado, pois não cruzaram comigo!!!
Mas a verdade, fiquei sabendo um dia depois, houve um acidente com um dos que iriam na pedalada, foi atropelado, a bike ficou destruída e ele por sorte só teve pequenas escoriações.
Então quando o grupo ficou sabendo foi ao encontro dele, mas não me avisaram, por um simples motivo, eles não tinham o meu telefone...que burrada...a minha!!!
Porém ninja que sou (rssss), continuei viagem pensando em encontra-los no caminho ou no Rancho da Pamonha, já na descida da Imigrantes, próximo à saída para a Estrada de Manutenção, único caminho possível para se chegar pedalando ao litoral. Pensei no Rancho da Pamonha, porque um dos bikers estava combinando de encontrar o grupo lá.
Fora o frrrrio, o pedal foi tranquilo e rendeu bem, cheguei no Mac da Imigrantes, não ví ninguém, xinguei mais um pouco e segui para o Rancho, mas chegando lá, o tempo aperta e começa a chover, os meus pneus me dão um banho de água suja que saí do chão em começo de chuva, água preta e como era de se esperar, ninguém lá.
Rancho da Pamonha
Aí sim me bateu um certo desânimo, chuva, frio, solidão e a única forma de continuar viagem pedalando era ir pela estrada de manutenção, que já conheço e já fiz.
Mas fazer sozinho é punk e irresponsabilidade, imagina se tomar um tombo ou quebrar alguma coisa na bike ou tiver algum problema físico? No chão molhado é mais perigoso, ninguém para ajudar, tem ainda a chance de ser roubado etc...
Dali teria de tomar um decisão, ou voltar direto para casa ou voltar ao Mac e tentar uma carona para o trecho da serra e uma vez na baixada continuar a pedalar. Ninja mais uma vez, resolvi tentar a carona, mas aí a pedalada foi dura, frio, chuva e pedal na contramão pelo acostamento, horrível, cada caminhão que passava trazia uma cortina de água e me empurrava para o lado além de me brecar, mais xingamentos e cheguei ao posto do Mac.
Lá, já todo sujo e bem molhado, comecei a pedir carona, mas qual seria o louco ou a boa alma que iria dar uma carona para um cara de bike, tudo sujo e molhado? Obviamente fui pedir carona para as caminhonetes, caminhões e afins e isso já restringia bem a minha procura. Já no terceiro não, decidi que se chegasse ao quinto iria voltar, só que quando já estava me preparando para voltar (derrota!!), vi um perua Kombi fechada saindo e bati no vidro pedindo a carona, um figura com rabo de cavalo abre o vidro, me mede e - vai para onde? - qualquer lugar na baixada, repondi, mas posso trocar de roupa, - que nada, sobe aí o carro é da firma - vamo que vamo!!!

A bike dentro da kombi.
Já com a bike dentro da Kombi, aí sim começou a aventura, foi curta, mas perigosa esta parte da viagem.
O gente fina com a caranga novinha, tocava o terror na estrada, andando a milhão no piso molhado, colava na traseira dos outros carros, costurava, esbravejava e tudo mais, encontrei um cinto de segurança, rezei e vamo que vamo!!!!
No caminho quase não conversamos, ele ia falando com o seu companheiro, falei que iria para Itanhaém e soube que eles iriam para Cubatão, quando terminaram os túneis, ele se lembrou para onde eu iria e que a saída já estava próxima, então o motorista não teve dúvida, foi parando para me deixar em plena Imigrantes, bem na minha saída, mas foi parando derrepente, sem sinalizar, eu só ouvia as buzinadas e xingamentos que ele prontamente devolvia. rssss
Na verdade só tenho a agradecer ao cabeludo, mais foi um bruta terror!!!
Já na casa do meu pai, com um quilo de sujeira colada no corpo
Bem, já na baixada, só me restava pedalar e muito, tinha certeza que o tempo molhado só estaria na serra, o que é normal e depois iria pedalar no seco, mas estava completamente enganado, todo o pedal pela Rod. Pe. Manoel da Nóbrega, até chegar em Itanhaém na casa do meu pai foi debaixo de chuva, ora mais forte, ora chuvisco, mas sempre molhado.
Finalmente, o pedal foi um ótimo treino, boa aventura e aprendizado, saí de casa às 5:30h e cheguei no meu pai com todas as paradas e desencontros às 12:40h, fiz 134,69 km, em 5,09h pedalados, com média de 26,1km/h, uma ótima média, pedalei forte, mas é claro que estava a favor do vento por quase todo o percurso.
Até a próxima.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Pico do Jaraguá - OBRIGATÓRIO!!!

Jaraguá em Tupi significa: Senhor do Vale
O Pico do Jaraguá, é o ponto turístico mais visível de Sampa, com céu limpo, é possível se avistar de quase todas as regiões da cidade. Porém é um dos mais distantes...

Mas é imperdível e obrigatório conhecer e visitar o Pico, que é o ponto mais alto da metrópole com 1.135m e de onde se tem uma visão privilegiada e que da a noção do tamanho da cidade, além de ser um passeio com muito verde em área preservada de mata atlântica.


Aos pés do Pico, tem um parque com todas as instalações, churrasqueiras, brinquedos e até uma tribo de índios...o legal é uma trilha - a pé- não muito difícil que leva até o alto.
No alto do Pico tem toda infra-estrutura para o visitante, banheiros, segurança, mirantes, lanchonete e até uma feirinha de artesanato.
Vamos ao pedal, foram 75km de pedal entre ida e volta, mas o legal foi enfrentar uma das maiores subidas da cidade, com quase 5km!!! - comparável a esta, só uma na Serra da Cantareira e que vou encarar logo mais.
É uma estradinha de mão dupla, bom asfalto, muito verde dos lados e subida, subida e mais subida, fazia mais de 10 anos que não subia de bike o Pico, mais precisamente 14 anos, pois lembro bem que tinha completado 30 anos quando fiz este pedal e lembro também o quanto eu sofri, fiz a subida sem paradas, mas lembro que no último quilómetro, estava tão devagar que até corredor subindo a pé me passou e me incentivou. Mas completei a subida e me senti o máximo, 30 anos e fazendo esta façanha!!! Há, mas agora aos 44, enfrento o desafio novamente e novamente consigo subir sem parada, foi difícil é claro, agora com menos sofrimento e o final, lá no topo a sensação é indescritível, muito prazer, realização pessoal intensa, comemorei como se tivesse marcado um gol importante, agradeci a Deus pela saúde e a oportunidade desta superação, completada pelo visual...Já no alto, depois da recuperação do fôlego, de me hidratar, alimentar, fotografar, etc, quando me preparava para a descida, encontrei estes dois bikers speedeiros, gente fina os caras. Conversamos um pouco e combinamos de voltar juntos, pois iriam fazer o mesmo caminho de volta por um bom trecho, mas como iria acompanhar estes caras de speed?
- Não tem problema - eles falaram - é vir no vácuo que a gente te puxa.


Nesta foto dá para ter uma ideia da estrada, agora uma enorme e desafiadora descida, vamos nessa!!!
Descida animal, velocidade , curvas e frio, descendo "segurando" o ímpeto, ainda bati quase 60km/h, os caras de speed, mais de 80 ... prazer e adrenalina!!!
Mas, quando pensava que todo o prazer do passeio tinha terminado, estava enganado, pois pegar o vácuo, encaixotado nas duas bikes speed, foi muito legal, parecia que estava num pelotão do Tour de France, pedalando a milhão encostado no pneu do parceiro, sem resistência alguma de vento, uma experiência muito interessante para quem nunca andou em pelotão, já andei bastante em vácuo, de outras bikes, até de ônibus, moto e caminhões, mas desta vez foi um trajeto mais longo e só sendo "puxado", em uma velocidade que nunca pegaria e cada vez que perdia o ritmo e ficava 1,00m para trás, já perdia o vácuo e tinha de gritar para os caras me esperarem.

O que está esperando para ir ao Pico do Jaraguá?
Infos:http://www.picodojaragua.com.br/ ,
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pico_do_Jaragu%C3%A1

Obs.: não lembro o nome dos bikers, mas um dia a gente se encontra.

É isso, um abraço.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Parque Aclimação

PARQUE da ACLIMAÇÃO
Um lindo lago com um lindo parque em volta... o Parque da Aclimação é um dos mais antigos de São Paulo, teve até zoológico e as pessoas nadavam e andavam de barco pelo lago, isso no começo do século passado. Uma curiosidade é que o bairro e o parque chamam Aclimação, porque o local era usado para aclimatar animais exóticos e depois o gado que vinham do exterior.
A placa fala, é proibido o trânsito de bikes, mas empurrando pode... já pedalei bastante para este parque, que é pequeno em tamanho, mas grande em beleza e diversidade.
Ao lado oposto da entrada principal, na beira do lago tem uma concha acústica onde assisti nos anos 80 vários shows de rock, rolava lá o festival Skol Rock aos domingos de tarde, era muito, muito legal...várias bandas desconhecidas que ficaram conhecidas e outras que nunca mais apareceram, fazendo barulho e dando diversão para a galera.
Para começar, tem um bicicletário bem seguro em frente a entrada principal, mas isso é pouco, tem um muito bem cuidado campo de futebol, quadras poli-esportivas, dois play-grounds, trilhas no bosque, jardim japonês com laguinho, mesas para jogo de damas, xadrês ou cartas, galpão aberto com mais mesas, comedouro para aves, além de segurança e banheiros bem cuidados, como verão nas fotos que seguem...
Talvez o Parque da Aclimação seja o parque mais bairrista da cidade, tem frequência assídua de aposentados que fazem seu disputado dominó nas mesas e o pessoal do bairro ajuda a manter a qualidade do local e a educação dos usuários.
jardim japonês com laguinho e tudo...
tem esta quadra de bocha desativada, talvez por falta de uso, mas é o único espaço mal aproveitado e mal cuidado do parque.
o comedouro muito disputado pelos sabiás...

As alamedas em volta do lago são bastante movimentadas... mesmo após o desastre ambiental que passou, o lago parece estar renovado.
Se você não conhece, não perca tempo!!!
um []

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Núcleo Curucutu - 1ª parte - só fotos
















quarta-feira, 17 de junho de 2009

CURUCUTU - IMPERDÍVEL

NÚCLEO CURUCUTU - verde a perder de vista, dentro de São Paulo
I.Introdução:

SÃO PAULO É GRANDE, SAMPA É INFINITA...morar em uma das maiores cidades do mundo, pode ser um problema para alguns, para mim é um privilégio.
Sempre pedalei por Sampa... desde pequeno com o meu pai... a gente sempre arrumava um lugar para ir, para a casa de parentes, ao Butantã, jogos de futebol, Represa de Guarapiranga...
Depois, crescendo, continuei pedalando, agora com os amigos, já nos anos 80, baladas noturnas com 10 ou 15 bikers de turmas diferentes, shows e até viagens, para lugares como Itanhaém e Ubatuba!!!
Já adulto e com as responsabilidades, namoros, casamentos e filhos, continuei a pedalar, mas agora devido a "N" motivos, pedalando cada vez mais sozinho, passei mais de uma década pedalando só, só eu e Deus, milhares de kilometros...
Mas para não ficar monótono, comecei a procurar novos rumos, motivos, destinos e metas, o Ibirapuera é lindo, mas ficar rodando kilometros e kilometros lá dentro cansa...
Então, comecei a explorar a cidade, sempre saindo de casa com um destino diferente, um novo lugar para conhecer ou um velho lugar para explorar e sempre com uma máquina fotográfica em mãos, comecei a ter um vasto material em mãos, mas fazer o que com as fotos?
Até que que fiquei sabendo o tão simples que é fazer uma página ou um blog, mas o que fazer, só colocar fotos? Não, vamos então aproveitar este material e fazer dele, humildemente, um pequeno guia de lugares famosos e não tão famosos da minha amada São Paulo, sendo também um lugar para as minhas memórias de momentos de prazer e revelação.
Quando um dia conversava sobre este meu projeto pessoal com pessoas da Bicicletada, fui indagado se este tema não seria finito, será que um dia não chegaria ao fim a exploração e que em Sampa não haveria mais lugar em que eu não tivesse já ido e divulgado?
Não, como falei antes, São Paulo é infinita , tem sempre segredos a serem desvendados e pontos de vista diferentes de lugares conhecidos para serem mostrados e o maior exemplo é o tema deste post, o Núcleo Curucutu.
II. Vamos ao pedal.
Total pedalado:105km (cheguei em casa destruído, mas feliz!!!)
Tempo total pedalado: 5:37h sendo que saí de casa às 7:00h e retornei ás 17:00h
Velocidade máxima: 64,9 (inúmeras descidas e infinitas subidas)
Sete horas da manhã, dia frio, muiiiito frio, vou ao primeiro ponto de encontro, na Av. Washington Luiz, próximo a minha casa e encontro um ciclista conhecido da net o Wadilson e de lá rumamos ao segundo ponto de encontro, na Av.Robert Kennedy, e já estavam esperando o Mengue e o Cleber (do E-Bikers)e depois chegou o atrasadinho Rodrigo, saímos pedalando forte rumo a Parelheiros e na Av. Sen Teotonio Vilela, fomos agregando novos ciclistas , entre eles a única mulher da aventura, a guerreira Fátima e o grupo foi crescendo.
Já na Teotônio, tivemos as nossas primeiras baixas, mas chegamos em Parelheiros e nos unimos ao grupo que já nos aguardava lá e estávamos em 14.
De Parelheiros, mais um rápido e sinuoso pedal por asfalto e logo chegamos na estrada de terra.Mas nesta parte do trajeto, por motivos mecânicos perdemos dois acompanhantes ficamos em 12. Fomos estrada a dentro, cruzamos a linha do trem e o caminho começava a ficar mais nervoso. Porém, o visual que era rural, começa a ficar mais selvagem, sendo que cruzávamos, com pouquíssimos carros e pessoas.
Na verdade, o caminho desde a saída, o pedal foi casca grossa, no aspecto de ter fortes subidas e descidas o tempo todo, haja perna!!!
As descidas como esta acima, eram adrenalina, com poças de lama, pedras soltas e raízes, solta o freio...
Chegamos? Quase, o caminho é bem sinalizado e este totem nos indica que estamos quase lá...Neste momento a estrada era só nossa e após mais de 50km estamos chegando!!!Chegada ao Núcleo Curucutu, a primeira parte da aventura estava completa sem nenhum incidente.
Lá fomos bem recepcionados pelos vigias e tivemos toda a infra estrutura a nossa disposição.O local é bem limpo e conservado.
De tão seguro o local, as bicicletas foram todas estacionadas sem corrente e olha que tinha umas bikes bem carinhas...
Após a parada para um merecido lanche, nos preparamos para enfrentar uma trilha
à pé de aproximadamente 2km até o mirante, mas dois dos bikers, o Ricarco Corbetta e o Gustavo, retornaram sem fazer a trilha.
Devidamente acompanhados pelo guia do local o prestativo Cleber, encaramos a trilha ao mirante, sempre com as explicações sobre o tipo de mata, histórias etc...
Aqui é o mirante, onde "diz a lenda" é possível se avistar o mar, desde Mongaguá até Itanhaém, aliás o marco da foto acima é referente ao limite entre São Paulo e estes municípios.Sim, mas em dias ensolarados e limpos é possível ver o mar sim e de São Paulo!!!
No caminho da trilha passamos por esta capelinha, feita pelos trabalhadores, que trabalhavam neste local, que antes era uma fazenda, que era extrativista e detonou toda a área e após comprada pelo governo, a mata se regenerou. Uma bica na trilha para refrescar, apesar do friiiio, a água era puríssima ... nesta trilha vimos muita vegetação nativa, ouvimos muito pássaros, mas de animais, fora nós, somente pegadas, veja o outro post com fotos da vegetação.
Para saber mais, muito mais, acesse:
Bem, finalizando, uma fotinho do grupo que ficou e do nosso guia o Cleber à esquerda, estão o João, o Cleber, eu Alê Losca, Mengue, Fátima, Tony, Rodrigo, Edmilson Cupertino o nosso zoado guia do pedal e o Adriano, faltou o Wadilson que estava "se aliviando" na hora da foto...
Para não falar que não tivemos pequenos incidentes, tivemos um pneu furado e uma corrente quebrada, por isso é bom ter equipamento completo para estas pequenas aventuras.
Agradeço a companhia e a força de todos, em especial ao pessoal é do E-Bikers eles são muito divertidos, unidos e fortes no pedal. Já sou um E-Biker!!!
Agradeço à Fernanda que me deu o alvará para passar o domingo me detonando, TE AMO!!!
AGRADEÇO A DEUS, PELA SAÚDE, PELA NATUREZA E POR TUDO TER DADO CERTO!!!